Coluna

Dicas de concursos: reconhecimento de terreno das bancas (Cespe/UnB)

Dicas de Concursos

empregos@diariodonordeste.com.br

00:00 · 21.07.2018

É chegado o momento de falar de uma das mais temidas e respeitadas bancas que há hoje no mundo dos concursos, o Cespe/UnB.

Reconhecida por sua excelência, foi muitas vezes responsável por concursos importantes para a estrutura funcional do país, como o da Polícia Federal (PF).

Suas provas, exigentes e estruturadas, são alvo tanto de críticas quanto de elogios, mas todos são unânimes em declarar que a banca possui um dos mais claros, honestos e objetivos processos de seleção do país.

Falando especificamente sobre as questões...

Objetivas: o Cespe trabalha basicamente com dois tipos de prova objetiva, ou seja, cinco alternativas (de A a E) e o famigerado certo ou errado.

As provas com cinco alternativas, mais raras, têm apenas uma alternativa correta - o candidato não se deparará com "a mais correta" ou "a menos incorreta".

As questões de certo ou errado possuem apenas duas alternativas.

Normalmente trazem apenas um enunciado, comum a um grupo de questões às quais o candidato deve julgar.

São provas cansativas, uma vez que apresentam muito texto, feitas para vencer o concurseiro pelo cansaço, mas, ao contrário do que se imagina, não são cheias de "pegadinhas" ou "casca de banana"; seus enunciados são claros e objetivos.

O grande "pulo do gato" é a especificidade: muitas vezes o que está errado na questão é um detalhe, uma palavra que foi alterada, uma vírgula do texto da lei que foi suprimida alterando um pouco o sentido da frase.

Para essas provas, portanto, além da compreensão do texto, vale exercitar alguma técnica de memorização.

Discursivas: as provas discursivas do Cespe são redações de 30 linhas sobre um ponto do edital que estará relacionado à atividade profissional e à atualidade.

Uma importante dica, portanto, é ler todos os textos da prova.

Como as provas são temáticas, os textos falam sobre os mesmos assuntos, o que pode reforçar ou embasar seus argumentos na hora de redigir a sua própria redação.

São avaliados sua técnica de redação, seu vocabulário e correção gramatical e sua capacidade de concatenar ideias com coerência e coesão, portanto, mantenha a leitura em dia, pois isso contribui muito para que seu texto se torne cada vez mais "agradável" à leitura.

Conhecendo e dominando os estilos de bancas dos concursos que pretende prestar você está um passo na frente na fila da aprovação.

William Douglas é juiz federal, Palestrante e especialista em Provas e concursos

Últimos Artigos

© Todos os direitos reservados. O conteúdo não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. Passível ação judicial.