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Dicas de Concursos: Como estudar para concursos? - Final

Dicas de Concursos

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00:00 · 23.12.2017

Pessoal: está no edital, precisa ser estudado. Se você já me acompanha há algum tempo sabe que não me canso de repetir isso. Eu, enquanto concurseiro, nunca quis dar a chance de ficar à mercê da banca examinadora. Ou seja: eu fazia a minha parte, estudava o que era pedido.

"Vou deixar para estudar o regimento nas últimas semanas, absorvo melhor!". Está aqui uma falácia, ou talvez um ato de desespero, ou um ato de esperança, ou um ato de? (complete você mesmo)!

Se uma pessoa não tiver mais nada para fazer da vida, ou se for um desses caras que memorizam um milhão de palavras em algumas horas, eu ATÉ acredito que essa tática poderá funcionar.

Na minha experiência, eu já vi vários colegas ficarem sem a tão sonhada aprovação. Não temos como definir o porquê disso, pois cada caso é um caso. No entanto, algo que sempre me chamou a atenção em relação a eles era o pouco caso que faziam do edital, do que era cobrado e, sobretudo, dos regimentos.

Não tem para onde correr: tribunais e legislativos cobrarão regimento interno em sua maioria esmagadora. Basta uma questão para você estar ou não na lista de aprovados. Se você estiver duvidando, faça o teste: gaste alguns meses da sua vida se preparando para um concurso que você "quer muito"; invista dinheiro em bons materiais e em coaches para concurso; sacrifique horas de lazer e de convivência com sua família e amigos, MAS NÃO ESTUDE adequadamente alguma das matérias. Após o resultado, a gente conversa.

Como estudar regimento interno para concursos - A primeira medida que sempre tomei ao iniciar meus estudos para tribunais foi imprimir o regimento e iniciar a estudá-lo desde o primeiro dia. Registre-se que eu sempre fui adepto aos ciclos de estudo.

Minha estratégia era colocar, sempre, 15-20 minutos diários de estudo de regimento. Independente de fazer curso preparatório ou não, sempre atuei assim. Vale dizer que, fazendo curso, o meu estudo sozinho ficava mais fluído. Estudando sozinho, ficava mais desafiador, mas como eu era habituado a normas, acabava conseguindo. O ruim era a falta de questões para pratica

Pois bem, no meu estudo, sempre marcava os termos que, pela minha experiência, sabia que poderia dar uma boa questão de prova. Um exemplo de tópicos que eu focava e voltava com maior frequência eram nas atribuições dos órgãos: lia, relia, marcava, sublinhava?

E seguia nesse ritmo até a data do concurso, de forma que lia o regimento de uma a quatro vezes, totalmente.

Fabrício Rêgo, Oficial de Justiça do TJDFT e professor para provas de concursos públicos

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