Reportagem DOC

Riqueza que vem do coco

00:00 · 29.07.2017 / atualizado às 19:59 · 30.07.2017

Da semente plantada na terra até o lar do consumidor, brasileiro ou estrangeiro, há um longo caminho traçado pela cadeia produtiva do coco. A cultura, que se mostra rentável, resiste ao tempo e ao clima, no Estado que só agora, após cinco anos de seca, começa a celebrar melhora nas medições pluviométricas. O Ceará se destaca dentre os maiores produtores do fruto no País e envia sementes ao exterior que fazem germinar coqueiros muito mais produtivos que os plantados em países asiáticos, gigantes da produção mundial. O Estado também abriga grandes indústrias, que, além de investirem em produtos tradicionais, como água e coco ralado, lançam itens para atender às exigências de clientes atentos à saúde. O coco, hoje, já sai de empresas cearenses no formato de chips, a ser saboreado apenas com a abertura de um pacote, ou de leite, pronto para beber. Os avanços são notáveis, e os desafios também. A automatização da colheita ainda não vingou e põe em xeque produções futuras, com cada vez menos pessoas dispostas a exercer o ofício de colher o fruto. No reaproveitamento do que é jogado fora, são várias as possibilidades, mas projetos importantes seguem travados, com expectativa de retomada.

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