Reportagem Juventude presente

Histórias de vida e morte por trás da violência no Ceará

00:00 · 07.04.2018 / atualizado às 01:50 por Texto: Karine Zaranza /Fotos: Fabiane de Paula e Fernanda Siebra

Juventude, presente! Esse é um grito que ecoa em memória das vidas abreviadas pela violência urbana. No Ceará, o jovem, negro e morador da periferia é o alvo preferencial da bala. Os números assustam. Em 2017, 981 meninos e meninas de 10 a 19 anos foram assassinados no Estado. De janeiro a 18 de março deste ano, somaram 203 mortos. Todos os dias, pelo menos duas vidas findam precocemente. Essa contagem diária de ausentes representa violência letal e simbólica. A juventude morre pelo tiro, pela ausência de políticas públicas que deveriam proteger e pela invisibilidade social. Conheça histórias de vida e morte por trás de tantos números.

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