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Arte que transforma

00:00 · 04.03.2017

Não raro, o entendimento sobre arte e cultura nos campos da política, da economia e do consumo passa longe da verdadeira amplitude desses conceitos - frequentemente resumidos a uma ideia imprecisa: a do entretenimento.

Sim, é fato que a ponte mais comum de diálogo e vivência em diferentes linguagens artísticas - dança, teatro, cinema, literatura, artes visuais e outras - ergue-se por meio de seus respectivos produtos, como exposições, filmes e espetáculos.

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A importância desse tipo de trabalho, no entanto, ultrapassa - e muito - aquela que, normalmente, lhe é conferida. Mais do que diversão, arte pode ser vetor de transformação, a partir de cada indivíduo que com ela trava contato, num trabalho de formiguinha.

Nem sempre, porém, essas mudanças ocorrem por meio do consumo - inclusive pelo mesmo não ser acessível a todos. Invisível de imediato, a restrição do contato com a arte corrói aos poucos a formação humana, cavando uma lacuna difícil de preencher posteriormente.

Oportunidade

Nesse sentido, ações e projetos voltados à democratização do acesso a produtos culturais ganham importância ainda maior. Se para pessoas em situação confortável (quer dizer, com acesso a educação, saúde, moradia e outros direitos básicos) o contato com a arte é crucial, para integrantes de comunidades socialmente vulneráveis pode significar a diferença entre uma vida digna e se afundar na falta de escolhas. Em Fortaleza, diferentes iniciativas tentam tornar o primeiro caso uma realidade mais palpável. Conheça essas histórias.

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