Transporte coletivo

Ônibus circulam normalmente em Fortaleza, dizem Etufor e Sindiônibus

Os órgãos negaram os boatos de que haveria redução na frota ou total paralisação dos ônibus que circulam na Capital em virtude da greve dos caminhoneiros

Em muitos pontos de ônibus da Capital, há grande concentração de passageiros ( Foto: Kid Júnior )
17:48 · 24.05.2018 / atualizado às 19:23
Etufor e Sindiônibus disseram que o sistema de transporte coletivo não será afetado pela greve dos caminhoneiros ( Foto: Arquivo )

A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) afirmaram, nesta quinta-feira (24), que a frota de ônibus da Capital está circulando normalmente nesta quinta-feira (24) e continuará na sexta-feira (25). Os órgãos disseram que o sistema de transporte coletivo não será afetado pela greve dos caminhoneiros.

Os órgãos negaram os boatos de que haveria redução na frota ou total paralisação dos ônibus que circulam em Fortaleza. Em muitos pontos de ônibus da Capital, há grande concentração de passageiros e alguns relatam uma demora maior na espera pelos coletivos.  

Já a Prefeitura de Fortaleza informa que a determinação é que a frota rode com capacidade total, portanto, sem qualquer redução do número de coletivos na Capital cearense.

Quarto dia de protestos pelo País

Este é o quarto dia de protestos dos caminhoneiros pelo País. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), pelo menos 11 municípios, no Interior e na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), contam atualmente com bloqueios em trechos de rodovias federais do Estado nesta quinta-feira. 

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Ceará (Sindipostos-CE), Manuel Novais Neto, alertou na edição desta quinta-feira (24) do Diário do Nordeste que áreas como o Cariri e a Zona Norte cearense devem ser as primeiras a sofrer a falta de gasolina, diesel e etanol devido à distância que o combustível precisa percorrer por rodovias até as bombas dos postos. Enquanto as novas remessas não conseguem sair da Capital resta aos consumidores sobreviveram com o pequeno estoque com que os postos trabalham normalmente.

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