Em 2017

Fortaleza registra menor índice de mortes no trânsito desde 2001

Conforme o relatório divulgado pela Prefeitura, homens entre 30 e 59 anos são os que mais morrem em acidentes de trânsito

50% das vítimas fatais são motociclistas e passageiros de motocicletas, seguidos por pedestres (37,5), ciclistas (7,4%) e ocupantes de automóveis (5,07%) ( Foto: JL Rosa )
15:33 · 14.03.2018 / atualizado às 15:51

O município de Fortaleza bateu recorde na redução das taxas de mortalidade no trânsito em 2017, com 256 mortes registradas - menor índice já contabilizado desde que os dados começaram a ser sistematizados, em 2001. Esse é o terceiro ano consecutivo de queda no número de óbitos relacionado a acidentes de trânsito na Capital. O relatório foi divulgado nesta quarta-feira (14).

O número de mortes no trânsito em 2017 foi 9% menor que em 2016. O indicador da Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta, ainda, que houve 9,7 mortes para cada grupo de 100 mil pessoas, o que representa 35% a menos em relação ao ano de 2010 - ano em que a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou a década de ação para segurança no trânsito.

Os acidentes envolvendo veículos de quatro ou mais rodas, como carros, ônibus e caminhões, foram os que menos registraram vítimas. Segundo a Autarquia Municipal de Trânsito (AMC), o número de mortes nestes casos caiu 48%, passando de 25 para 13 casos.

O número de acidentes com vítimas envolvendo motociclistas e passageiros de motocicleta também diminiu 14,5%. Mas, estes ainda ainda lideram o ranking de acidentes com vítimas.

Perfil

O relatório divulgado pela Prefeitura de Fortaleza mostra que homens entre 30 e 59 anos são os que mais morrem em acidentes no trânsito. Além disso, 50% das vítimas fatais são motociclistas e passageiros de motocicletas, seguidos por pedestres (37,5), ciclistas (7,4%) e ocupantes de automóveis (5,07%).

O perfil das pessoas que mais morrem no trânsito permaneceu o mesmo em comparação com o último relatório divulgado no final do ano passado.

© Todos os direitos reservados. O conteúdo não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. Passível ação judicial.