Deslocamento

Estudo de acessibilidade de usuários de transporte custará R$ 11,3 milhões a Fortaleza

Vão participar do estudo os 13 municípios atendidos pelos sistemas de transporte coletivo rodoviário metropolitano e metroferroviário

Foto: Bruno Gomes
15:25 · 29.06.2018 / atualizado às 16:14

A realização de estudo de acessibilidade dos usuários de transportes de Fortaleza foi autorizado pela Prefeitura Municipal e orçado em R$ 11,3 milhões. O Plano de Acessibilidade Sustentável de Fortaleza (PAS-For) deverá elaborar, no período de dois anos, um diagnóstico da rede de transporte da Capital, com a finalidade de apresentar melhorias para o deslocamento da população em geral.

Vão participar do estudo os 13 municípios atendidos pelos sistemas de transporte coletivo rodoviário metropolitano e metroferroviário. Ou seja, as cidades de São Gonçalo do Amarante, Caucaia, Maracanaú, Maranguape, Pacatuba, Guaiúba, Eusébio, Aquiraz, Itaitinga, Horizonte, Pacajus e Chorozinho, além de Fortaleza. A população de todos eles representa 96% da população da Região Metropolitana de Fortaleza, com cerca de 3,8 milhões de habitantes. 

Além de compreender o deslocamento das pessoas e de cargas no espaço da cidade, a ideia do plano também é fortalecer diversas modalidades de transportes, com foco no coletivo e não motorizado. 

Para isso, serão realizadas pesquisas de demanda de pessoas, para saber, por exemplo, sobre origem e destino domiciliar, entre outros aspectos. O levantamento também quer saber sobre cargas, modelagem da demanda e da oferta de transporte e dos sistemas intervenientes. 

Depois da realização do Plano de Acessibilidade Sustentável, a gestão municipal vai apresentar um plano com diretrizes para um melhor funcionamento da rede de transportes da cidade, visando o deslocamentos de diversos públicos, como pedestres, ciclistas, motoristas, motociclistas e passageiros do transporte público, como ônibus, táxis, vans e trens.

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