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Com investimento de R$ 1,5 milhão, barco robótico não iniciou atividades após um ano de inauguração

Os motivos que impedem o início das atividades não foram explicados, e a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) informou que órgãos responsáveis pelo barco robótico ainda buscam os últimos ajustes para início das atividades

O barco foi idealizado para realizar atividades como análises e monitoramentos e enviar em tempo real para instituições públicas e privadas ( Foto: Fabiane de Paula )
09:38 · 29.08.2018 / atualizado às 12:32

No último sábado (25), a inauguração do barco robótico Iracema (Instrumento Robótico Autônomo para Coleta e Monitoramento Ambiental) completou um ano. Apesar da data, não há o que comemorar, uma vez que as atividades do barco ainda não foram iniciadas.

O equipamento, sob gestão da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), contou com um investimento de R$ 1,5 milhão, e foi idealizado para realizar atividades como  análises e monitoramentos e enviar em tempo real para instituições como a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O ponto inicial de trabalho do barco robótico seria o Rio Cocó, na busca de "garantir a médio prazo que o Rio tenha navegabilidade e balneabilidade", como explicou o Secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade, Arthur Bruno, há um ano, quando o barco foi inaugurado.

Os motivos que impedem o início das atividades não foram explicados, e a Sema informou que órgãos responsáveis pelo barco robótico ainda buscam os últimos ajustes para início das atividades.

"Na última semana, o assunto foi tratado em reunião com representantes da SEMA e do Instituto de Tecnologia do Ceará (ITC). Uma série de pontos estão sendo revistos e as equipes, juntas, implementam ações a serem executadas para viabilizar a operação de monitoramento", revela a Pasta.

Há um ano, o secretário Arthur Bruno informou que não havia prazo para o equipamento visitar bacias do Interior do Estado. A situação se reflete ainda na Capital, onde o barco pretende passar também pelo Rio Maranguapinho (além do Rio Cocó).

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