SEGURANÇA HÍDRICA

Cinco açudes sangram no Ceará

Dos 155 reservatórios monitorados pela Cogerh, 16,7% ou 26 estão em volume morto, entre eles, o Malcozinhado, em Cascavel, e Pompeu Sobrinho, em Choró

09:40 · 10.07.2018 / atualizado às 10:04
Açude Maranguapinho
Açude Maranguapinho é um dos que sangrou ( Kléber Gonçalves )
As recentes chuvas registradas no Ceará no início de julho trouxeram boas notícias para população do Interior. Dos 155 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), cinco estão sangrando: Itapajé (Itapajé); Itapebussu (Maranguape); Maranguapinho (Maranguape); Jenipapo (Meruoca) e Germinal (Palmácia).
 
o Portal Hidrológico do Ceará também informa que além dos cinco, outros 19 já sangraram esse ano: Acaraú Mirim; Angicos; Barragem do Batalhão; Batente; Caldeirões; Cocó; Colina; Diamantino II; Gameleira; Itaúna; Quandú; São Pedro Timbaúba; São José I; São Vicente; Tijuquinha; Tucunduba; Valério e Várzea da Volta. O Castanhão, em Alto Santo, está com 7,79% de seu volume total; e o Orós, na bacia do Alto Jaguaribe, registra 9% de reserva hídrica.
 
Dos 155 reservatórios monitorados pela Cogerh, 16,7% ou 26 estão em volume morto, entre eles, o Malcozinhado, em Cascavel; Pompeu Sobrinho, em Choró. Do total, oito estão secos: Faé; Monte Belo; Broco; Serafim Dias; Potiretama; Carão; Nova Floresta e Favelas.
 
O Estado registra atualmente 16,13% de seu volume total de 18,63 bilhões de metros cúbicos de água ou seja, três bilhões de metros cúbicos.

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