Morre general Manoel Theophilo de Oliveira Neto - Cidade - Diário do Nordeste

DESPEDIDA

Morre general Manoel Theophilo de Oliveira Neto

15.08.2008

Morreu, ontem pela manhã, o general Manoel Theophilo Gaspar de Oliveira Neto. Integrante de tradicional família de militares, com seis dos seus oito filhos nos quadros do Exército, ele estava internado há 15 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Militar de Fortaleza e faleceu em conseqüência de falência múltipla de órgãos. O corpo está sendo velado no Memorial do 10º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) e o sepultamento acontece às 11h no Cemitério São João Batista.

O general Manoel Theophilo nasceu em Fortaleza, no dia 27 de junho de 1924. Ingressou no Exército como aspirante em 1947, então com 23 anos. Em 1955, estudou na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) do Rio de Janeiro e voltou para Fortaleza na ano seguinte. Retornou mais uma vez ao Rio, em1958, para ingressar na Escola de Comando e Estado-Maior Do Exército (Eceme). Após servir em Fortaleza, Manaus e Teresina, foi nomeado comandante do 10º Grupo de Obuses (hoje Grupo de Artilharia de Campanha, transferido de Fortaleza para Boa Vista) em 1967.

O general Francisco Batista Torres de Melo lamentou a morte do amigo e colega de farda. ‘‘Somos amigos desde o tempo em que éramos cadetes, tive uma profunda convivência com ele e sua família”.

AOS 89 ANOS
Imprensa brasileira perde Hildebrando Espínola

O jornalista Hildebrando Torres Espínola, 89 anos, faleceu às 15h de ontem vítima de insuficiência cardíaca. O corpo está sendo velado na Funerária Ternura e o sepultamento acontece às 10h de hoje, no Parque da Paz.

Natural da Paraíba (JP), Hildebrando Espínola foi procurador do Instituto de Previdência de Assistência dos Servidores do Estado (Ipase). Destacou-se, ainda, como professor de sociologia e fundador da Escola de Administração da Universidade Estadual do Ceará.

Homem culto, tinha uma biblioteca particular com um acervo de mais dez mil livros. Como jornalista trabalhou na extinta Gazeta de Notícias e foi correspondente do Estado de São Paulo, segundo informou a filha Isaura Espínola.

Hildebrando marcou sua passagem na imprensa do Ceará e do País por ter sido o primeiro jornalista brasileiro dar visibilidade nacional à destruição do Sítio Caldeirão.


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