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Comunicado: Lixo e gasto público

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Comunicado

ROBERTO MACIEL - roberto.maciel@diariodonordeste.com.br • Coluna da editoria Cidade

01:00 · 30.09.2017

O cidadão que se vê na foto ao lado está refestelado num dos muitos detritos que empanturram Fortaleza - no caso, na Rua Silva Paulet, na Aldeota, perto de escolas, clínicas, pequenos comércios e, obviamente, residências. Saiba: neste ano, a Prefeitura empatou dinheiro do contribuinte recolhendo cerca de 1,3 mil toneladas de troços como esse colchão detonado jogado na rua. No ano passado, esse tipo de lixo - classificado no jargão técnico como "resíduo volumoso" - totalizou 600 toneladas removidas dos espaços públicos.

Móveis, estofados, madeiras e restos de podas de plantas, não geram créditos no programa Recicla Fortaleza, efetivado pela Prefeitura nos ecopontos. Talvez por isso haja tanto material assim largado na cidade.

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Locais

Em Fortaleza servirão para a aplicação de provas do concurso para agente penitenciário realizado amanhã pela Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado. São, no total, 76.906 candidatos concorrendo.

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Etapas

Vão compor o concurso - além da deste fim-de-semana: inspeção de saúde, avaliação de capacidade física, avaliação psicológica, investigação social e funcional e curso de formação profissional.

'Uma sociedade mais pacífica é um processo longo, porém, com os investimentos e ações corretas, estamos no caminho"

Deputado Júlio César Filho (PDT) sobre politicas públicas de segurança, perspectivas e demandas expostas pela sociedade.

Melhor nem falar

Num dos momentos mais surreais da discurseira cotidiana de deputados estaduais, Ferreira Aragão (PDT) e Ely Aguiar (PSDC) esgrimaram com palavras cortantes sobre quem era mais pobre do que o outro, sobre quem havia estudado em escola pública. Enquanto isso, "bribas" passeiam em hospitais do Estado.

2018 vem aí

O blablablá inútil de Aragão e Aguiar não é dos mais raros - e pode até ser classificado como padrão para os conteúdos inócuos que parcela dos parlamentares leva à tribuna. A disputa para ver quem tem mais capacidade de impor abobrinhas ao respeitáááável público tende a seguir firme até 2018, ano de renovação.

Tucanidade transbordante

Animado por uma temporada de observação de serviços públicos em Israel, o deputado Carlos Matos (PSDB) voltou com um discurso na ponta da língua: "Se aumentarmos 8% a conta de água, por exemplo, poderíamos criar um seguro hídrico, com a participação da União. O importante é pensar em soluções imediatas". Falar em aumentar tarifas públicas é, definitivamente, um ato de coragem.

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