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Comunicado: A seca em tramitação

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Comunicado

ROBERTO MACIEL - roberto.maciel@diariodonordeste.com.br • Coluna da editoria Cidade

01:00 · 15.01.2018

Curiosidades a serem notadas: 1) As comissões pelas quais deve passar o fundo têm parlamentares cearenses, entre outros nordestinos; 2) O Dnocs, órgão centenário, com experiência e corpo técnico eficiente, está à míngua justamente por escassez de verbas e por abundância de insensibilidade política - por que não revitalizá-lo?

Está por um trisquinho de nada de ser aprovado no Congresso Nacional o projeto que cria o Fundo de Atendimento às Situações de Emergência e de Calamidade Pública Decorrentes de Secas. Seria uma fonte financeira de apoio às ações contra os efeitos da seca. O texto já passou pelo crivo do Senado e depende agora das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

60 centavos

São a taxa de vigilância sanitária, por metro quadrado, cobrada pela Prefeitura de Aracati para ambulantes que pretendem trabalhar durante o Carnaval na cidade. O cadastramento vai de hoje a quinta-feira.

100 reais

É a taxa de licenciamento determinada para ambulantes e feirantes com estruturas de pequeno porte (como caixas térmicas). Quiosques, trailers e estrutura similares devem pagar R$ 210,00.

"São medidas que vêm se somar às ações concretas de reforço de contingente policial, compra de viaturas e modernização das forças policiais"

Deputado Manuel Santana (PT)

Sobre o Estatuto da Segurança Bancária

Mexendo

O deputado federal cearense Danilo Forte (DEM), um dos apoiadores de Temer no Congresso Nacional, diz que "pressionou" o Palácio do Planalto e conseguiu com o ministro da Articulação Política, Carlos Marun (deputado licenciado do MDB-MS), recursos extras para os municípios.

Cinzas

Danilo tem dito foi ele quem obteve com Marun e o Planalto a MP para afrouxar o nó que sufoca gestões municipais. A medida já chegou à Câmara e trata de R$ 2 bilhões - metade do que os prefeitos dizem precisar. Deve ser votada em fevereiro. Ou seja, se sair do papel, o dinheiro só tilintaria depois do Carnaval.

Os dois lados da moeda

Candidatos, partidos e coligações vão poder pagar as redes sociais para impulsionar seus conteúdos. É o que diz a lei da reforma política. Até aí, ok - afinal, as redes sociais já estão confirmadas como ferramentas eficientes de comunicação. No entanto, o mesmo campo que pode ser usado para contatos propositivos também é fértil na difusão de boatos, notícias falsas e agressões pessoais. Aí é que mora o perigo.

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