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Comunicado: A lentidão do ato de clonar

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Comunicado

ROBERTO MACIEL - roberto.maciel@diariodonordeste.com.br • Coluna da editoria Cidade

01:00 · 04.10.2017

O deputado Antonio Granja (PDT) pôs para tramitar na Assembleia projeto de indicação com o qual quer que o Estado entregue remédios de uso contínuo nas casas de pacientes idosos ou com mobilidade reduzida. A ideia é pra lá de justa, mas prova, por outro lado, como as coisas podem fluir muito lentamente na política e com, por isso, podem contrariar as necessidades do cidadão. É que já há cerca de sete anos textos similares circulam em diferentes instituições legislativas do País - inclusive a Câmara federal. Só agora, às vésperas de eleição, Granja põe um clone para discussão local.

A Rua Robério Távora, na Aldeota, é bem pequeninha - tem só 100 metros entre a Avenida Rui Barbosa e a Rua Monsenhor Bruno. Ainda assim, há um problema imenso lá: está tomada de resíduos de uma obra. A Prefeitura não vê.

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701,2

Quilômetros

De estradas estão, segundo o Governo do Estado, sendo submetidas a obras do programa Ceará de Ponta a Ponta, com serviços de pavimentação e restauração, entre outras melhorias.

700

Milhões de reais

São o aporte financeiro do Ceará de Ponta a Ponta para duplicação em 98,42 quilômetros, obras de pavimentação em 224,33 km e de restauração em 378,45 km, conforme o Departamento Estadual de Rodovias.

"Fortaleza tem mais de mil pontos de lixo e sabemos a dificuldade que é para eliminar esses pontos. Tudo isso por conta da falta de educação ambiental"

Promotora Socorro Brilhante que tem atuação relacionada à Ecologia, ao Meio Ambiente e ao Urbanismo

Outra cura

Numa Câmara Municipal de Fortaleza cheia de políticos calejados, coube à novata Larissa Gaspar (PPL) expor uma lúcida observação sobre decisão judicial que autoriza psicólogos a tratarem pacientes homossexuais como se doentes fossem. "Amor não tem cura, mas preconceito tem", ensinou.

Respeito

Larissa não milita em grupos à direita ou à esquerda. Corre léguas de rótulos. E deu lição: "O que nos cabe é o dever de respeitar ao próximo e aceitar a existência de quem é diferente". A colega Priscila Costa (PRTB), da mesma geração, mas de posições ultra-conservadoras, não deu um pio sobre o assunto.

O dedo na ferida

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara federal faz audiência hoje para debater um problema grave, recorrente, comum a todos os estados e que vez por outra chega aos plenários locais, muitas vezes apenas explorado politicamente: os assassinatos de policiais. A deputada Luizianne Lins (PT) é, embora frequentemente faltosa, a única voz cearense no colegiado.

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