coluna

Sopa de Letras

00:00 · 11.07.2017

Os 12 signos de Valentina

Image-4-Artigo-2267415-1

Ray Tavares

Aos 22 anos, Isadora está mergulhada na "fossa": descobriu que seu namorado de longa data a traiu com uma colega sua. Para amenizar a tristeza, aceita o convite da prima Marina para uma festa. Lá, desata a conversar com uma funcionária da casa, especialista em astrologia, que lhe oferece outra explicação para o rompimento: signos incompatíveis - o dela, de Áries; do ex-namorado, Peixes. A moça decide, então, ser sua própria cobaia, num experimento que visa relatar experiências amorosas com homens de cada signo. O texto tenta ser descolado, em linguagem coloquial e cheio de referências, mas o resultado é infantilóide.

Galera

2017, 392 páginas

R$ 39,90

Lab Girl

Image-3-Artigo-2267415-1

Hope Jahren

Alvo de vários prêmios, o livro é a autobiografia da autora, cientista geobióloga que narra os desafios enfrentados para se tornar uma das mais respeitadas profissionais do mundo e uma das pessoas mais influentes - de acordo com a revista Time. Jahren encaixa-se na chamada tradição de cientistas humanistas, como o britânico Oliver Sacks. Ela comprova que é possível fazer um paralelo da vida das plantas com a dos seres humanos, pois ambos lutam dia a dia pela sobrevivência. Em sua obra, Jahren apresenta a ciência como uma grande paixão, e mostra que seu objeto de pesquisa pode ajudar a entender a vida e enxergar a natureza de forma diferente.

Harper Collins

2017, 320 páginas

R$ 34,90

Dias bárbaros

Image-2-Artigo-2267415-1

William Finnegan

Foi a paixão pelo surfe que fez o jornalista William Finnegan viajar o mundo todo, até se tornar um correspondente de prestígio, na maioria das vezes em zonas de conflito - colaborador do The New York Times, ele assinou grandes reportagens sobre guerras, narcotráfico e outros temas. Em "Dias bárbaros", porém, o relato é pessoal, sobre lembranças com a época em que pertencia a uma gangue de garotos brancos em Honolulu, Havaí, a experiência com LSD ao desbravar a baía de Honolua, em Maui, ou atravessar os recifes da Polinésia para descobrir uma das maiores ondas de que se tem notícia. Bem estruturado, o relato de Finnegan vai além do surfe e se aprofunda em questões políticas, comportamentais e sociais.

Intrínseca

2017, 432 páginas

R$ 59,90/ 39,90 (e-book)

Tremor de terra

Image-1-Artigo-2267415-1

Luiz Vilela

O livro, que completa 50 anos em 2017, é um bom exemplo do talento de Vilela r como contista. Estreia do autor, quando ele tinha apenas 24 anos, ganha agora reedição pela Record. À época, "Tremor de terra" foi vencedor do Prêmio Nacional de Ficção, abrindo caminho para Vilela inscrever seu nome entre os prêmios de maior destaque no País. Nascido em Ituiutaba, Minas Gerais, foi jornalista em São Paulo e viveu um tempo nos EUA e na Espanha, Ao longo da carreira, vieram outros livros e reconhecimentos - incluindo o Jabuti de 1973, o PEN Clube do Brasil de 2012 e o Prêmio da Academia Brasileira de Letras em 2014, além de inúmeras traduções e adaptações para teatro, cinema e televisão. Atualmente, mora em sua cidade natal.

Record

2017, 224 páginas

R$ 39,90

A arte da rivalidade

Image-0-Artigo-2267415-1

Sebastian Smee

Com as análises argutas que lhe renderam o Pulitzer, o crítico de arte Sebastian Smee acompanha quatro amizades - intensas, conturbadas e competitivas - que revolucionaram o caminho da arte. Manet e Degas tinham uma relação próxima abalada após o segundo pintar um retrato de Manet e sua esposa. Matisse e Picasso trocaram pinturas, ideias e influências enquanto disputavam o apoio de colecionadores e a liderança de uma nova vanguarda. Pollock, com seu estilo vigoroso, desencadeou grande salto no trabalho de seu rival e amigo Willem de Kooning. Por fim, Lucian Freud e Francis Bacon tiveram uma amizade intensa.

Zahar

2017, 328 páginas

R$ 69,90/ 39,90 (e-book)

Últimos Artigos

© Todos os direitos reservados. O conteúdo não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização. Passível ação judicial.