Arte Cearense

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00:00 · 06.04.2014

Pintura de Siegbert Franklin
Sem titulo

Siegbert Franklin nasceu em Fortaleza, em 1957; dedicou-se à pintura e à ilustração; na primeira expressão artística, sua singularidade reside no caráter experimental de seus trabalhos, numa estranha aliança entre as formas e a tonalidade das cores

Poemas de Fernando de Abreu Pinheiro

Tempestade

Quando vejo a vida repleta de tempestade

Visando somente maldade e escravidão

Procurando destruir a eterna felicidade

De quem sente o verdadeiro amor no coração

As tempestades os insultos passarão

Calmos como as águas do rio para o mar

Tudo pode acontecer porém será sempre em vão,

Pois os nossos corações são fortes e sabem amar

Feliz tu serás se continuar assim me amando

Porque em mim encontrarás toda a felicidade

E não sentiras que vai mudando

Este amor este carinho esta saudade

Mimosa flor

A mais mimosa for do meu jardim chama-se Rose

Eu a cultivei só para mim

Desprezei a Margarida a Angélica e a Dália

Enfim todas as flores do meu jardim

Menos Rose

Rose foi o nome que dei àquela linda rosa

Entre todas às flores do meu imenso jardim

Rosa Rose não importa

O seu perfume é o mesmo

Suaviza aqui dentro do peito

Meu coração de Jasmim

Final

Posso não ter agradado a todos

E aos poucos que agradei me foram caros

Posso não ter amando a muitos

Porque foram poucos os que mais amei

Posso não ter vivido muito

Da maneira que sempre sonhei

Posso não ter abraçado a todos

Porque foram poucos os que mais abracei

E assim ao final de tudo

Foram poucos meus melhores dias

Posso não ter amado a muitos

Do jeito feliz que eu tanto queria

Nossa cama

Nossa cama está vazia / dia e noite e dia

E você não vem para ver / que estou aqui sofrendo

De amor quase morrendo

Com saudade de você

Volte logo minha querida

Não me deixe aqui tão só

Abraçado ao travesseiro

Sentindo o seu doce cheiro

Sem lhe ter ao meu redor

Assim que você chegar

Nada mais tenho a fazer

A não ser lhe jogar na cama

E cobrir-lhe de prazer

Com imensa felicidade

Para matar a saudade

Que tanto sinto por você

Sobre o autor
Fernando de Abreu Pinheiro, 69 anos, aposentado, é bacharel em Ciências Contábeis e Jurídicas

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